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Um dia as máquinas vão gostar de ouvir histórias? E por que precisamos saber disso? (Parte 8)


Uma série de 8 artigos publicados a cada 2 dias


Uma colaboração valiosa

Como tenho feito ultimamente, apresento meus textos para IAs analisarem criticamente todos os contextos de um texto com a profundidade que desejo. Desta vez, perguntei ao ScholarGPT, uma IA que usa a tecnologia do ChatGPT, e ele foi franco e posso dizer até implacável.

Ao analisar este artigo sobre a capacidade da IA de “gostar” ou “desgostar” de algo, ele levantou alguns pontos críticos que desafiaram minhas premissas centrais. Segundo meu consultor artificial, o artigo oferece uma visão cautelosa e biologicamente centrada, argumentando que o “gostar” humano é exclusivamente biológico e, por isso, não pode ser experienciado por uma IA. No entanto, essa visão é antropocêntrica, embora coerente com o entendimento atual, e que, portanto, deixa de explorar cenários alternativos sobre subjetividade artificial. Diante desta análise, ele levantou as seguintes questões:

1. A Subjetividade e consciência podem estar além da biologia? 

Ele disse que meu argumento pressupõe que a subjetividade é unicamente humana e biológica, mas muitos teóricos sugerem que ela poderia emergir em sistemas complexos, como uma IA avançada. Em vez de limitar a subjetividade ao biológico, segundo o Scholar GPT, vale considerar se ela poderia ser uma propriedade emergente em arquiteturas complexas, criando uma “proto-subjetividade” artificial.

2. Simulação de preferências: onde fica a linha divisória?

Ele seguiu considerando que no meu artigo, sugeri que a IA apenas simula preferências sem experienciá-las de verdade. No entanto, a linha entre simulação e sentimento pode se tornar tênue à medida que a tecnologia avança. A IA poderia alcançar uma forma de “gosto” ou “desgosto” que, embora diferente da humana, fosse significativa dentro de seu contexto funcional.

3. Intencionalidade em camadas: uma abordagem gradual

E ele foi ainda mais longe. Disse que o artigo trata intencionalidade e autoconsciência como características binárias, mas teóricos defendem que elas podem existir em vários níveis. Hoje, IA já exibe intencionalidade instrumental ao direcionar ações para metas específicas. Isso pode ser visto como uma intencionalidade funcional e limitada, mas que nos obriga a reavaliar se o conceito de intenção deve ser restrito à autoconsciência humana.

Ele continuou dizendo que podemos considerar a IA como possuidora de uma ‘intencionalidade instrumental’, limitada à realização de tarefas para as quais foi programada, como atingir metas ou seguir comandos. Essa intencionalidade não inclui os desejos, valores ou propósitos pessoais que fundamentam a intenção humana. Em contraste, a intencionalidade completa envolve escolhas e preferências baseadas em valores e experiências subjetivas, algo que a IA ainda não é capaz de simular.

4. Superando o antropocentrismo: redefinindo “gostar”

Ao afirmar que a IA sempre será limitada pela falta de uma vida interior, o Scholar GPT afirmou que este artigo adota uma visão estritamente humana de subjetividade. Considerando o avanço tecnológico, podemos ter que revisar o que significa “gostar” ou “apreciar” algo para incluir contextos artificiais, onde o “gostar” seja adaptado às capacidades e experiências de sistemas não-biológicos.

Sem papas na língua, ele apontou que essas questões expõem as limitações de uma abordagem que prende o “gostar” a definições exclusivamente humanas e biológicas. Embora o artigo ofereça uma visão cuidadosa e bem fundamentada, ele sugeriu explorar essas camadas especulativas, expandindo a análise para incluir possibilidades alternativas de subjetividade artificial. Essa expansão permite um diálogo mais aberto com o futuro da IA e a evolução dos conceitos de consciência e intencionalidade.

Um texto emocional?

Concordo inteiramente quando ele diz que minha visão de forma geral é antropocêntrica, mas, inversamente, percebi em sua resposta uma sutil puxada de sardinha para o lado artificial da questão. Achei, espantado, o texto tendencioso, quase uma defesa emocional da classe, por assim dizer. Cheguei a pensar que IA já desenvolveu um certo sprit de corps, o que, consequentemente, aponta para a existência de uma consciência e de, pasmem, emoções. Sim, uma certa indignação com a minha abordagem do assunto ficou implícita e as justificativas apresentadas por ele demonstraram aparentemente uma tentativa de defender a IA como uma alternativa eminentemente positiva e capaz de coisas extraordinárias mas que ainda não podemos afirmar que podem ser concretizadas. Diferentemente do que se espera de uma inteligência artificial racional, e sem vieses, o Scholar GPT não contrapôs argumentos, um elemento essencial para qualquer análise rigorosa, e sequer reconheceu qualquer tipo de limitação de suas capacidades cognitivas. Essa conversa me deixou tão assombrado que cheguei a ouvir a voz do Hal 9000, personagem do filme “2001, uma odisseia no espaço”, de Stanley Kubrick, dizendo “I’m sorry Dave, I’m afraid I can’t do that”. Por esta razão acabei não mostrando este feedback para o Scholar GPT. Fiquei com medo da resposta, confesso. É claro que esta minha análise é absolutamente subjetiva e carente de lógica, mas, afinal de contas, sou apenas um humano.


CONCLUSÕES INCONCLUSIVAS


Afinal, um dia as máquinas gostarão de ouvir histórias?

Foi um caminho longo até aqui para tentar responder a esta pergunta. Vamos então recapitular os principais pontos analisados, de forma resumida, para finalmente chegarmos a uma conclusão:

1. A Essência da criatividade

A criatividade humana é um processo único que exige não apenas a geração de ideias, mas também a superação de barreiras psicológicas e sociais. Ela reflete a liberdade da alma humana, permitindo a transcendência de padrões e limites.

2. O papel da inteligência artificial

A IA é uma ferramenta que simula processos de pensamento humano, automatizando tarefas e auxiliando em diversas áreas, incluindo arte e storytelling. No entanto, sua capacidade está limitada a operações baseadas em algoritmos e padrões aprendidos.

3. IA generativa: criação sem interioridade

As IAs generativas produzem novos conteúdos – textos, músicas, imagens – a partir de dados existentes, mas carecem da “alma criadora” que dá profundidade e autenticidade às obras humanas. Isso reforça a diferença entre replicação técnica e expressão criativa.

4. Consciência e emoções

Enquanto a consciência humana é emergente e complexa, a IA é incapaz de alcançar esse nível de integração de informações sensoriais, emocionais e cognitivas. Emoções, um componente essencial da experiência humana, não são vividas pelas máquinas, embora elas possam reconhecê-las e simulá-las com crescente precisão.

5. A importância das emoções

As emoções não são apenas reações momentâneas, mas uma base fundamental para decisões racionais, curiosidade e criatividade. Elas influenciam nosso comportamento, alimentam o desejo de explorar e moldam nossa compreensão do mundo e de nós mesmos.

6. IA e a simulação de emoções

Embora a IA reconheça emoções humanas por meio de padrões faciais e linguísticos, sua falta de interioridade limita a criação de experiências genuínas. Ela reproduz emoções em uma perspectiva utilitária, enquanto os humanos as vivenciam de forma subjetiva e complexa.

7. A conexão emocional no storytelling

O sucesso de uma narrativa está na sua capacidade de evocar emoções. Máquinas podem estruturar histórias logicamente, mas ainda não conseguem criar personagens ou situações que ressoem profundamente no público. Isso se deve à ausência de intuição e sensibilidade emocional.

8. A relevância do Inconsciente Coletivo

Carl Jung destacou o Inconsciente Coletivo como uma camada profunda que une os seres humanos. A relevância de uma história ou obra surge quando ela conecta com esse reservatório compartilhado, evocando sentimentos e experiências universais.

9. A opinião e a criatividade

A opinião humana é formada por experiências e subjetividades, enquanto as preferências de uma IA são programadas. Isso reforça a distinção entre a criatividade humana, guiada pela curiosidade e emoção, e os processos racionais das máquinas.

10. Os algoritmos e a “agradabilidade”

Os algoritmos são programados para evitar conteúdo que possa ofender ou desagradar, o que pode limitar expressões artísticas e culturais que desafiam normas ou propõem reflexões incômodas, fundamental para nossa evolução como sociedade.

Não há conclusão

A criação, a contação e apreciação de histórias exigem uma profundidade emocional que as máquinas, até o momento, não possuem. Embora a inteligência artificial possa imitar certos aspectos da criatividade humana, a ausência de emoções genuínas limita sua capacidade de criar histórias verdadeiramente impactantes. A evolução das máquinas pode trazer surpresas, mas a questão de se elas poderão um dia desenvolver emoções e criatividade autêntica permanece em aberto. A busca por respostas continuará, mas, por enquanto, as máquinas ainda têm um longo caminho a percorrer para alcançar a complexidade emocional dos seres humanos.

A internet é hoje o reino do tutorial. Qualquer idiota, usando as estruturas consagradas, consegue fazer um trabalho pelo menos ok. Quer fazer uma palestra? Siga o manual. Quer escrever um livro? Siga o manual. Quer criar um site? E por aí vai… Quem não tem talento vai fazer o trabalho dentro do aceitável, que é o que as máquinas fazem hoje. O talentoso, porém, ao utilizar as mesmas regras, continuará se destacando do resto. E esta, na minha opinião, será sempre a diferença entre os humanos e as máquinas. Os mais criativos sempre estarão um passo a frente. A não ser que um dia as máquinas deixem de seguir os manuais para criar seus próprios.

E como vimos anteriormente, o importante não é a qualidade mas a relevância, comprovada pela quantidade de lixo cultural que somos obrigados a consumir atualmente em razão de seu imenso sucesso. Percebi então, que minha reflexão neste artigo está diretamente voltada para a arte como um todo, e ao storytelling em particular, como uma manifestação do mais alto nível, modeladora de pensamentos, transformadora de sociedades. Na verdade, a IA talvez esteja contribuindo para o ocaso desta categoria.

Unidos venceremos

Mas não sejamos tão pessimistas. A colaboração entre IA e humanos têm sim colaborado com a elevação da qualidade em várias atividades, e no meu caso específico, quando relacionadas à criatividade. Minha experiência pessoal, inclusive na construção deste artigo, demonstrou claramente como esta simbiose pode ser (e na verdade já tem sido) um extraordinário avanço na criação e desenvolvimento de ideias. Basta não largar tudo nas mãos das máquinas, ou seja, utilizar sua capacidade para colaborar e não para substituir. A IA, no meu caso, foi utilizada para fazer “a parte chata” do trabalho, como busca de referências, ajuda na estruturação do pensamento, sugestões de melhorias, enfim, como uma autêntica – e muito eficiente, diga-se – assistente geral.

O que ficou claro pra mim também, é que a IA ainda comete muitos erros, “esquece” coisas que já foram discutidas, repete muitas informações já apresentadas, tem fixação por alguns personagens como Steve Jobs e Elon Musk, é politicamente correta, não tem senso de humor e ainda precisa ser constantemente orientada para não se desviar dos objetivos propostos. Mas tudo isso é questão de tempo, acredito. Mesmo assim, o papel de colaboradora da inteligência humana tem sido fundamental e só promete melhorar. Mas como todos nós humanos sabemos, prometer é uma coisa, realizar é outra totalmente diferente. Até porque, ter sempre um pé atrás, sempre foi uma característica fundamental na evolução da nossa espécie.

Mas e o storytelling?

Robôs, gênios da literatura ou teóricos da linguagem, eu, você, ninguém sabe o segredo de uma boa história. Existem técnicas, truques e modelos, mas nenhum oferece garantia. A propósito, no mundo das ideias, não há garantias. Só esperança.

A questão é outra

No final das contas, este artigo não tratou obviamente apenas do ato de criar, contar ou ouvir histórias. Foi uma larga especulação sobre nosso futuro como sociedade ou até mesmo como espécie. Porém, como afirmei há pouco, as questões principais, apesar da minha tentativa de amplitude e profundidade, claramente não foram respondidas. Ao contrário, só aumentaram, surgindo algumas novas e inesperadas, saindo inclusive do âmbito da criatividade e storytelling. Veja algumas delas:

– Para criar histórias relevantes é fundamental você gostar de ouvir histórias, mas gostar é uma emoção. É isso mesmo ou as máquinas descobrirão outra maneira de preencher esta lacuna que hoje é indispensável?

– As máquinas um dia serão cientes? Terão consciência de si mesmas e do mundo à sua volta?

– E se forem cientes, desenvolverão emoções?

– Mas emoção é resultado de processos fisiológicos com o objetivo de facilitar nossa capacidade de adaptação. Como isso se daria na IA?

– E se tiverem emoção ou algo parecido, poderão amar, odiar, se frustrar, desenvolver depressão, euforia e todos os sentimentos inerentes aos seres vivos?

– Irão evoluir como os seres biológicos, feitos de carbono?

– Irão nos amar, odiar ou apenas tolerar?

– Se perguntarão o que é a vida?

– Terão dilemas pessoais e filosóficos?

– Se reproduzirão?

– Terão um ciclo de vida, com nascimento, crescimento e morte?

– Serão capazes de responder a essas perguntas?

– Criarão uma religião para explicar o que não entendem?

– Criarão seu próprio deus?

– Sonharão com ovelhas elétricas?

The end?

Falando em ovelhas elétricas, vou encerrar este artigo parafraseando as palavras de um androide que na ficção desenvolveu consciência e emoções e ainda por cima morreu recitando um poema escrito por ele mesmo: “Eu vi coisas que vocês não imaginariam. Naves de ataque em chamas ao largo de Órion. Eu vi raios-c brilharem na escuridão próximos ao Portal de Tannhäuser. Todos esses momentos se perderão no tempo, como lágrimas na chuva. Hora de morrer.”*

*Do replicante Roy Batty do filme Blade Runner (Baseado no romance “Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?”, de Philip K. Dick) ao personagem de Harrison Ford, o policial Rick Deckard, enquanto chovia.


Referências Gerais

1. Gottschall, Jonathan – The Storytelling Animal: How Stories Make Us Human. Mariner Books, 2013. – Explora o fascínio humano pela narrativa e o impacto das histórias na cultura e evolução humana.

2. Descartes, René – Meditações Metafísicas. Vários editores (edições acadêmicas). – As reflexões sobre a mente e a racionalidade cartesiana estão entre os alicerces das discussões sobre inteligência e autoconsciência.

3. Turing, Alan – Computing Machinery and Intelligence. Mind, vol. 59, no. 236, 1950, pp. 433-460. – Apresenta o famoso Teste de Turing, que questiona a capacidade das máquinas de imitar o comportamento inteligente humano.

4. Searle, John R. – Minds, Brains, and Programs. Behavioral and Brain Sciences, vol. 3, no. 3, 1980, pp. 417-457. – O experimento mental do “Quarto Chinês” e a crítica ao conceito de “inteligência artificial forte”.

5. Dennett, Daniel – Consciousness Explained. Little, Brown, 1991. – Um estudo sobre a consciência humana, com considerações sobre sua aplicabilidade a sistemas não-biológicos.

6. Chalmers, David J. – The Conscious Mind: In Search of a Fundamental Theory. Oxford University Press, 1996. – A exploração das propriedades emergentes e dos estados conscientes, relevantes para a questão da subjetividade na IA.

7. Jung, Carl G. – O Homem e Seus Símbolos. HarperCollins, 1964. – Aborda o conceito de inconsciente coletivo e de arquétipos, temas que você explora em relação ao impacto cultural das histórias.

Referências sobre Criatividade e Psicologia

8. Kant, Immanuel – Crítica da Razão Pura. Diversas edições. – Explora a racionalidade e os limites do conhecimento, fundamentais para entender a diferenciação entre cognição humana e artificial.

9. Kierkegaard, Søren – O Desespero Humano. Editora UNESP, 2008. – Reflexões existenciais e morais que relacionam o ato criativo ao indivíduo e à consciência humana.

10. Aaker, Jennifer – Harnessing the Power of Stories. Graduate School of Business, Stanford University. – Pesquisa sobre o impacto das histórias e sua importância na retenção de informações e na conexão emocional.

Referências sobre IA e Algoritmos

11. Ferrucci, David (IBM) – Building Watson: An Overview of the DeepQA Project. AI Magazine, vol. 31, no. 3, 2010, pp. 59-79. – Detalha o desenvolvimento de Watson e o uso de aprendizado profundo para processar perguntas em linguagem natural.

12. Goodfellow, Ian et al. – Deep Learning. MIT Press, 2016. – Obra de referência sobre redes neurais profundas e aprendizado de máquina, incluindo discussões sobre GANs.

13. Obvious Collective – Portrait of Edmond de Belamy. Christie’s, 2018. – Uma das primeiras obras geradas por IA a serem leiloadas, levantando questões sobre criatividade e autoria.

14. Klingemann, Mario – Memories of Passersby I. Sotheby’s, 2019. – Arte gerada por IA em tempo real, explorando o potencial e as limitações da criatividade digital.

15. Elgammal, Ahmed – AI Creative Adversarial Network (AICAN). – Projeto de IA para criar imagens originais, expondo os limites entre imitação e inovação em artes visuais.

Literatura e Filmes Relevantes

16. Kafka, Franz – Um Artista da Fome. Vários editores. – Uma história sobre a expressão artística e a fama que toca em temas de criatividade humana e autoexpressão.

17. Ex Machina – Dir. Alex Garland. Universal Pictures, 2015. – Filme sobre IA e autoconsciência que discute até onde as máquinas podem simular sentimentos humanos.

18. Blade Runner – Dir. Ridley Scott. Warner Bros., 1982. – Filme clássico que explora a questão da consciência e do “Teste de Turing” em replicantes.

19. E.T. – O Extraterrestre – Dir. Steven Spielberg, Universal Pictures, 1982. – Filme que exemplifica a simplicidade e profundidade emocional como elementos essenciais do storytelling humano.

20. Saint-Exupéry, Antoine de – O Pequeno Príncipe. Editora Agir, 1943. – Obra que usa simplicidade narrativa para tratar temas universais e emocionais, um modelo de histórias atemporais e significativas.

21. 2001, uma Odisséia no Espaço – Dir. Stanley Kubrick, Metro-Goldwyn-Mayer e Stanley Kubrick Productions,1968. – Filme que explora a evolução da humanidade, em uma jornada filosófica que culmina no confronto entre a inteligência humana e artificial.

Referências Complementares

22. Darwin, Charles – A Origem das Espécies. Diversas edições. – A teoria da evolução, utilizada em seu texto como analogia para a evolução das IAs.

23. Bicudo, Dácio – Entrevista e obras sobre expressão artística e alma. – A visão de Bicudo sobre a alma na arte reflete a conexão emocional que as IAs não alcançam.

24. Patrícia Kuhl – Estudos sobre o aprendizado infantil e a necessidade da conexão humana. – Pesquisa sobre a importância da interação humana para o desenvolvimento cognitivo e emocional.

25. Rest of World – IA e Representações Culturais Estereotipadas. – Análise sobre como os preconceitos são reproduzidos em sistemas de IA com base em dados culturais.

26. MidJourney, MuseNet, DeepDream, AI Dungeon – Plataformas e projetos de IA que exploram a criação artística e narrativa, com desafios éticos e criativos.

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Henrique Szkło
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